PÁSSARO

terça-feira, 20 de junho de 2017



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ANTÔNIO CARLOS NAVARRO
Se há uma certeza em nossas vidas, é a do retorno ao Mundo Espiritual, que é de onde viemos.
Sendo a vida física uma etapa na vida do Espírito, o momento de transição entre o estado de encarnado e de desencarnado varia de pessoa para pessoa raiando o infinito, mas sempre de acordo com a individualidade espiritual.
Allan Kardec propôs aos Espíritos Superiores:
“O Espírito sabe por antecipação como desencarnará? – Sabe que o gênero de vida escolhido o expõe a desencarnar mais de uma maneira do que de outra…” (1)
Comum são os relatos a respeito de pessoas que pareciam ter conhecimento do desencarne, pelas atitudes tomadas anteriormente, ou ainda, pela forma com que tocaram direta ou indiretamente no assunto. Isso confirma a informação dada pelos Espíritos Superiores, porque o acaso não faz parte das Leis Universais.
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Sobre o instante da morte física perguntou Kardec:
“A separação se opera instantaneamente e por uma transição brusca? Há uma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte?
– Não; a alma se desprende gradualmente e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado. Esses dois estados se tocam e se confundem de maneira que o Espírito se desprende pouco a pouco dos laços que o retinham no corpo físico: eles se desatam, não se quebram.” (2)
Observamos, pela resposta acima, que mesmo nas mortes instantâneas o espírito retém “ligações” com o corpo sem vida, se não pelos laços físicos, também pelos laços desenvolvidos por seus valores e vícios morais.
Seria o caso de perguntarmos: o que exerce influência no desprendimento do espírito de seu corpo físico sem vida?
“Pois, onde está o teu tesouro, ali estará também o teu coração” (3), esclareceu-nos Nosso Senhor Jesus Cristo, como a nos dizer que os laços do sentimento nos vincularão a tudo o que nos é caro ao espírito, sejam coisas, propriedades ou pessoas, pois que estas últimas também consideramos como propriedades nossas.
“Amém vos digo que tudo que ligardes sobre a terra, estará ligado nos céus” (4) também disse Nosso Senhor Jesus Cristo. Aqui, por céus podemos entender Mundo Espiritual, o que significa que mesmo do “lado de lá”, mantemos os laços firmados aqui, inclusive na transição entre o estado de encarnado para o de desencarnado.
Necessário se faz, portanto, incrustarmos em nossa cultura de vida a consciência da precariedade dos laços que nos prendem ao mundo físico, incluindo às pessoas, que também são espíritos em evolução.
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As enfermidades fatais, e muitas vezes as de longo curso, tornam-se períodos de meditação a respeito dos valores pessoais diante da vida, permitindo um melhor preparo íntimo para a transição e readaptação ao mundo espiritual.
Não se deve entender, no entanto, que o desprendimento das coisas e pessoas deste mundo cheguem ao despautério de nos tornarmos frios e insensíveis. O que se espera é tão somente que saibamos trabalhar os sentimentos do espírito imortal, administrando a influência que as coisas do mundo exercem sobre nós, tirando o devido proveito para crescimento espiritual, porque, se é fato que estamos reencarnados, também o é que um dia vamos desencarnar.
A Doutrina Espírita tem todas as ferramentas necessárias para trabalharmos nossos valores íntimos, dando-nos o ensejo para o devido preparo para a grande transição que, embora já a tenhamos experimentado muitas e muitas vezes, ainda se faz presente com muito peso em nossa forma de viver a vida física.
Pensemos nisso.
Referências:
(1) O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, item 856;
(2) O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, item 155 a;
(3) Mateus, 6:21;
(4) Mateus, 18:18.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

O DIA QUE CHICO XAVIER FOI ASSALTADO

     
     

O DIA QUE CHICO XAVIER FOI ASSALTADO

    Há 1 mês  7 notas
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    O fato ocorreu em Pedro Leopoldo.

    Chico costumava acompanhar até às pensões ou hotéis as visitas que ficavam no Centro até o término das reuniões, que se dava por volta de duas horas da manhã.

    Certo dia, já de volta ao lar, foi abordado por dois desconhecidos, que ele sabia não serem da cidade, e um deles foi logo dizendo:

    – Passe para cá todo o dinheiro que tiver em seu bolso.

    Chico remexeu seus bolsos e, só encontrando cinco cruzeiros, disse aos ladrões:

    – Olhem, eu só tenho cinco cruzeiros, mas por favor, não me façam mal. Tenho muitas crianças para cuidar.

    Um dos assaltantes, que parecia ter alguma bondade nos olhos, perguntou:

    – Você é casado?

    – Não, respondeu o Chico.

    – Então, que história é essa de crianças?

    – São as crianças que eu cuido, umas são parentes, outras necessitadas, mas olho-as todas.

    Nisso o outro assaltante intervém, dizendo:

    – Não falei que não valia a pena assaltá-lo? Veja as roupas remendadas. O sapato, então, parece a boca aberta de um jacaré. Vamos embora que esse aí está pior que nós.

    O assaltante então perguntou:

    – Você ainda tem aqueles duzentos cruzeiros com você?

    – Você não vai fazer o que eu estou pensando, vai?

    – Vamos, passe o dinheiro depressa.

    De posse do dinheiro, entregou-o ao Chico e disse:

    – Tome, compre leite para as suas crianças.

    E, chamando o outro ladrão, foram embora.

    Chico, aliviado, escorou-se num poste e disse:

    – Muito obrigado, meus irmãos. Que Jesus os abençoe e acompanhe.

    O ladrão que havia lhe dado o dinheiro lhe respondeu:

    – Você acha que Jesus vai nos abençoar e acompanhar? Nós somos ladrões!

    – Como não, meu irmão, disse-lhe o Chico, Ele escolheu dois para sair da Terra com Ele.

    Da obra: Kardec Prossegue – Adelino da Silveira

    quarta-feira, 7 de junho de 2017

    Cremação - Visão Espírita

    Ator de Nosso Lar 2 fala sobre gravações

    Ator de Nosso Lar 2 fala sobre gravações
     11:01  Meu Livro Espírita  0 Comments


    Fonte: Jornal Diário Gaúcho
    Flávia Requião

    Uma vida dedicada à arte e à espiritualidade. Renato Prieto, o André Luiz do filme "Nosso Lar (2010), consegue reger sua trajetória nesta sincronia — e com tamanha maestria que o seu sucesso ultrapassa as fronteiras do Brasil.

    Jornal — Como está sendo trabalhar como diretor de O Semeador de Estrelas?

    Renato — Eu já estive com eles (elenco) outras vezes. Estão prontos, são estudiosos. É um projeto de sucesso. Já foi visto em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Ganha nova roupagem com o gancho dos 90 anos do Divaldo.

    Jornal — O que mais vem aí entre os teus projetos para 2017?

    Renato — Em setembro, devo ir a Miami, Orlando, Boston e Nova York. Na semana que vem, estou em São Paulo para filmar o documentário No Meio de Nós. Volto ao Rio para ensaiar 2 A Morte É Uma Piada 2, com estreia para abril. Em seguida, divulgo o filme A Menina Índigo, com estreia para maio. E estou fazendo reuniões para protagonizar um seriado em um canal fechado. Entre junho e julho, começam as filmagens de Nosso Lar 2 — Os Mensageiros(do livro Os Mensageiros, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito de André Luiz).

    Jornal — Como foi fazer André Luiz em Nosso Lar (várias obras psicografadas por Chico foram ditadas por este espírito)?

    Renato — Quando vi o tamanho da responsabilidade, me dei conta de que deveria ficar absolutamente focado. Durante as filmagens, me isolava estudando os textos. Tive de emagrecer quase 18kg para algumas cenas. É uma honra. Fiz com um amor muito grande.

    Jornal — Mexeu contigo?

    Renato — Eu me sentia o tempo todo protegido, com a sensação de que alguém zelava por mim, do ponto de vista espiritual.

    Jornal — Teus trabalhos têm temática espírita, e tu te identificas com a doutrina?

    Renato — Sou espírita desde menino. Quanto mais eu puder ajudar as pessoas a viver melhor, por intermédio da minha profissão, mais farei. O melhor lugar é sempre de quem ajuda.



    Jornal — Tiveste uma passagem pela tevê...

    Renato — Sim, na Globo, fiz Caso Verdade (série no ar de 1982 a 1986), Sinhá Moça (1986) e, na Manchete, Corpo Santo (1987). Mas eu me identifico mais com a pontualidade e a disciplina do teatro e do cinema.

    Jornal — Como é a tua relação com o público?

    Renato — Sempre procuro participar de debates, eventos sociais e, assim, fui criando uma relação de simpatia. Com o Nosso Lar, as pessoas apontavam para mim nas ruas se referindo ao André Luiz. O filme fixou o meu nome, me firmou.

    Jornal — Hoje, és um Renato diferente?

    Renato — Não tenho a menor dúvida! Aprendi a relaxar, mas sem perder a responsabilidade, e aprendi a não oferecer resistência ao que é. Minha gratidão aumentou também muito.

    Jornal — Tiveste contato com o Chico Xavier (o médium morreu em 2002 e ficou conhecido por seu trabalho de caridade e pelos livros espíritas que psicografou)? 



    Renato — A última vez que eu estive com ele foi na comemoração dos 90 anos de Uberaba (Minas Gerais). No melhor teatro da cidade, fiz, gratuitamente, o espetáculo E a Vida Continua. Conversamos muito. Defino Chico Xavier assim: um homem chamado amor. Era muito carinhoso e sempre queria saber dos novos projetos. Me sinto honrado dos seus conselhos e das nossas conversas sempre tão amorosas, cheias de ensinamentos e humor. Ele me incentivava a continuar. Uma vez, me disse: "Você só vai entender o que está fazendo, divulgando estas belas histórias, falando sobre espiritualidade, quando desencarnar. Então, continue". E ainda me falava: "Aquilo que é seu, nem precisa procurar. Porque o que é seu vai te achar".

    domingo, 4 de junho de 2017

    A morte não é o final.

    MOMENTO ESPÍRITA
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    A morte não é o final.
    Eu somente passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como sempre foi.

    Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos, permanece intocada, imutável.

    O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
    Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira como sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor.
    Ria como sempre o fizemos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
    Deixe que meu nome seja uma palavra comum em casa, como sempre foi.
    Faça com que seja falado sem esforço, sem sombra.
    A vida continua a ter o significado que sempre teve.

    Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. A ligação não foi interrompida.

    O que é a morte?
    Por que ficarei fora dos seus pensamentos apenas porque estou fora do alcance da sua visão?
    Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho.

    Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo bem próximo, na outra esquina.

    Você que aí ficou, siga em frente. A vida continua bela, como sempre foi.
    Tudo está bem.
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    A morte é somente a cessação da vida orgânica. É apenas o fim do corpo físico e de mais uma etapa da programação Divina.
    A essência humana sobrevive para além da vida física, pois o Espírito não tem fim. Somos imortais.

    A morte vem apenas nos dizer que chegou o momento da alma retornar à vida plena e verdadeira.

    Mostra-nos que o Espírito se despediu do corpo que o abrigou durante a jornada terrestre para se elevar a outras dimensões e continuar sua trajetória evolutiva.
    A afeição real, de alma a alma, é durável, e também sobrevive à destruição do corpo. Apenas as afeições de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem.
    O amor que nutrimos uns pelos outros continuará existindo na Espiritualidade.
    Ao desencarnarmos, seremos recebidos do outro lado da vida por aqueles a quem estamos ligados por laços de afeto e que desencarnaram antes de nós.
    Será o momento de rever seres amados que nos aguardam.

    O reencontro na Espiritualidade ou em vidas futuras, através de uma nova encarnação, haverá de acontecer.

    E todas as vezes que a saudade daquele que partiu parecer maior do que nossas forças possam suportar, busquemos o lenitivo da oração.
    Nossas preces alcançam os seres amados onde quer que estejam, levando até eles nossas melhores vibrações. 
    E, para que possamos sentir as vibrações enviadas pelo pensamento dos amores que hoje vivem em outras dimensões, aquietemos nossas mentes e corações. Com certeza, experimentaremos algum conforto.
    A prece é mecanismo abençoado que nos aproxima de Deus e dos afetos que estão distantes.

    sexta-feira, 2 de junho de 2017



    TV MUNDO MAIOR
    Muitas pessoas têm dúvidas do que irão fazer após desencarnar, como por exemplo: Qual será a minha rotina? Com quem vou conviver? O que posso fazer no plano espiritual?, etc. Mas a grande questão antes de sabermos disso tudo é: Para onde vou após desenc
    arnar?

    Tempo no mundo dos espíritos é diferente do tempo como o conhecemos. E a sua rotina também se diferencia da nossa, visto que eles têm uma noção mais ampla do período do qual dispõem para dar conta de suas obrigações. Na colônia Nosso Lar, por exemplo, André Luiz relata situações do cotidiano dos espíritos que lá habitam. Assim como no mundo físico, eles acordam após algum período de descanso que, para nós, seria o equivalente ao sono noturno. Ao despertar, fazem suas preces de agradecimento e reconhecimento ao criador para, em seguida, fazer a higiene pessoal e, quando ainda necessitam, fazer também o desjejum, ou seja, a primeira alimentação do dia. Somente após estas etapas de preparo é que eles se dirigiram aos seus locais, onde vão desempenhar as suas funções de trabalho ou estudo.
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    Não entre em pânico com o que você acabou de ler. Quanto mais evoluído o espírito for, menos necessitará de repouso, porém, outros espíritos ainda necessitam dormir à semelhança de quando ainda estavam encarnados. Talvez nunca lhe tinham falado, mas espíritos recém-chegados às colônias espirituais e aqueles que lá habitam por pouco tempo, bem como espíritos que têm mais dificuldade de se desapegarem dos hábitos terrenos, ainda mantêm determinados comportamentos típicos de encarnados, como se alimentarem, usarem o banheiro, fazerem a higiene pessoal – tudo feito exatamente como quando ainda estavam encarnados. Isto só é possível graças ao perispírito que está impregnado dessas informações. Como as colônias espirituais foram criadas com o objetivo de proporcionar a seus moradores a mesma sensação de habitar uma cidade terrena, tudo por lá é uma cópia perfeita de tudo que se vê por aqui.

    Um detalhe importante: nem todos os espíritos são capazes de retirar do fluido cósmico universal a energia para alimentar seu perispírito. Então, eles contam com a ajuda dos moradores das colônias que os acolhem para o preparo de alimentos a base de sucos, sopas e frutas.

    A organização de uma colônia respeita diretrizes muito semelhantes àquelas que já conhecemos por aqui. Assim, ao desencarnar e ser designado para cumprir determinada função, qualquer espírito terá uma ideia básica de como a “máquina pública” funciona por lá. Como ensina André Luiz, no livro Nosso Lar, toda colônia tem um governador, ou seja, uma espécie de prefeito ou administrador. Após assumir seu mandato, este espírito administrador reúne sua equipe de ajudantes, que em Nosso Lar é conhecida como ministros e se equivaleria, aqui, aos secretários do prefeito.
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    A partir daí, cada repartição tem um responsável encarregado de zelar pelo seu bom funcionamento. Todas as escolas, os hospitais, os departamentos dos ministérios têm seus diretores. Esses diretores têm seus auxiliares que, por sua vez, têm colegas de trabalho para o exercício de suas funções. Como informa André Luiz, assim que o espírito recém-desencarnado ou recém-chegado à colônia se sente disposto, é convidado a ocupar seu tempo, seja através do estudo ou prestação de serviços. Nas colônias, não há empresas e toda a demanda de produção de trabalho e serviços é comandada pela administração local desde a produção de alimentos fluídicos, vestes, viagens, remédios, etc.

    Para os espíritos comprometidos com o bem, não há ócio e nem tempo a perder. Se você pensa que vai passar a eternidade à toa quando desencarnar, se engana, porque trabalho por lá é o que não falta. Os desencarnados têm obrigações, assim como qualquer encarnado. A única diferença para quem está por lá é que eles trabalham para seu aprimoramento moral, espiritual ou simplesmente pelo bem-estar, que o trabalho ou amparo ao próximo proporciona. Enquanto aqui as pessoas trabalham para acumular bens, no plano espiritual cada espírito dispõe apenas do necessário para o funcionamento normal. Na colônia Nosso Lar, por exemplo, existe até pagamento para aqueles que estão inseridos no trabalho local. É o bônus hora, uma espécie de moeda corrente na colônia, que visa incentivar uma troca merecida entre quem trabalha e quem desfruta do conforto da colônia. Segundo o espírito André Luiz, a adesão é grande. Um exemplo muito interessante é a questão do vestuário. Em algumas colônias existe um departamento para cuidar da produção de peças de roupas para aqueles espíritos que não conseguem plasmar as próprias vestes.
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    Falando dessa forma, parece que os espíritos só pensam em trabalhar e nada mais. Na verdade, não é bem assim. É recomendado que cada cidadão dedique seu tempo ao trabalho, ao estudo e ao lazer de forma que possa aproveitar bem a estadia no plano espiritual e programar suas reencarnações futuras. O espírito nunca retroage e, como conhecimento nunca é em demasia, nada custa a ele aprender cada vez mais. Às vezes, o próprio trabalho é uma escola e prepara o espírito para funções que ele poderá ter quando reencarnar. Por exemplo, um espírito que trabalha como auxiliar dos médicos do plano espiritual pode, ao reencarnar, escolher seguir carreira na medicina. E acontece também de forma contrária, como um espírito que trabalhou na área médica desempenhar funções parecidas no plano espiritual, desde que esteja capacitado.

    As colônias se localizam muito próximas à crosta terrestre e, segundo ensinam os mentores espirituais, muitas coisas que fazemos aqui, inclusive muitos dos objetos que usamos, são adaptações do que já existe por lá. A nossa rotina também é muito parecida. Por exemplo, o lazer é sempre gozado em atividades que engrandeçam o espírito, como peças de teatro, concertos musicais, leituras, passeios pela colônia e em visitas a colônias vizinhas, etc.